Planos Divinos - Simão (1054)
Não é fácil conviver nos ambientes da Terra com tanta violência, tantas contradições, em uma realidade onde imperam o egoísmo e as corrupções de todo jaez.
Todavia, não descemos à Terra para encontrar um ambiente perfeito, mas sim controverso, a fim de aprender a conservar nossos valores em meio às imperfeições, onde podemos exercitar a moral e a razão, apesar das dificuldades, reafirmando nossas escolhas.
Sim, é uma condição de prova sustentar a honestidade em um ambiente corrupto, manter a paz nos dias de guerra, promover o amor onde tantos ódios imperam, demonstrar equilíbrio diante de tanta desarmonia.
A vida no corpo é, assim, um grande laboratório para o espírito, onde ele pode treinar repetidas vezes o próprio comportamento, corrigindo-se, aparando arestas, aprendendo com os erros e as quedas, até escolher não mais deturpar a serenidade da vida, agredindo as leis indefectíveis que, com tanta sabedoria, regem o Universo.
É claro que, para muitos, o ambiente é inóspito, e o ser que já alcançou certo desenvolvimento tende a sentir-se um estranho fora do ninho, ao perceber que aquilo que motiva o psiquismo coletivo vibra em uma frequência muito baixa, tão diferente daquela que ele guarda e aspira, inclinada ao bem e à harmonia.
Essa dicotomia, que divide o bem e o mal e se expressa em níveis de entendimento tão diversos, causando os mais variados conflitos, não é fácil de estabilizar no íntimo.
É fácil entrar em desespero, acreditando que essa sociedade não tem mais salvação, pois, apesar das tentativas de milênios, as trevas continuam a dominar os ambientes da Terra, e os homens, asselvajados, dão exemplos de bestialidade ainda agora, nos auspícios de uma nova era. O que pensar, então?
Bem, devemos entender que o amor do Criador por suas criaturas, mesmo aquelas mais rebeldes e revoltadas, confere a todos inumeráveis chances de redenção, utilizando as mais variadas ferramentas para a transformação do homem.
E há quem olhe a flor e só veja os seus espinhos, nada mais.
A ignorância é um grande entrave na jornada evolutiva do Espírito, e mesmo aqueles calcetas, irredutíveis e aferrados ao erro, um dia despertam cansados de sofrer. A incoerência um dia atinge seu ápice e o estado hipnótico um dia cessa, e o Espírito fatalmente acorda e se percebe prisioneiro de emoções e sentimentos escravizadores, e quer deles se libertar.
A malta desses espíritos desajustados e enganados é grande, é verdade, mas, convenhamos, esse é um circuito próprio das atmosferas ligadas a este planeta ainda atrasado. As legiões da luz são muito mais numerosas e respeitam a escolha e o livre-arbítrio dessas entidades que elegeram o caos e as concepções enganosas.
As deturpações, porém, são também lições insubstituíveis para que a luz, mais tarde, se instale sem arrependimentos, já que esses espíritos provaram do mal, por ele foram alimentados e compreenderam que isso não passa de uma ilusão desfavorável, elegendo, enfim, o bem, com consciência e sem o perigo de voltarem atrás.
A microvisão do encarnado é muito restrita e diferente da macrovisão da Providência Divina, que utiliza até mesmo o erro e o engano como instrumentos evolutivos, lecionando ao espírito preciosas lições que ficam registradas na alma.
É no refrigério do tempo, na escola das vidas, que entendemos que o anjo de hoje, outrora, foi o criminoso que um dia se arrependeu e iniciou o processo da própria transformação.
Assim, não julguemos o presente da pequena semente. Aguardemos que o caule cresça, transformando-se em um frondoso tronco, repleto de frutos.
Confiemos nos planos divinos para a regeneração da raça humana, sem alimentar qualquer dúvida afligente.
Simão
Mensagem psicografada em reunião mediúnica do dia 09 de julho de 2026, na cidade do Salvador, Bahia, pelo médium Jorge Antônio
Todavia, não descemos à Terra para encontrar um ambiente perfeito, mas sim controverso, a fim de aprender a conservar nossos valores em meio às imperfeições, onde podemos exercitar a moral e a razão, apesar das dificuldades, reafirmando nossas escolhas.
Sim, é uma condição de prova sustentar a honestidade em um ambiente corrupto, manter a paz nos dias de guerra, promover o amor onde tantos ódios imperam, demonstrar equilíbrio diante de tanta desarmonia.
A vida no corpo é, assim, um grande laboratório para o espírito, onde ele pode treinar repetidas vezes o próprio comportamento, corrigindo-se, aparando arestas, aprendendo com os erros e as quedas, até escolher não mais deturpar a serenidade da vida, agredindo as leis indefectíveis que, com tanta sabedoria, regem o Universo.
É claro que, para muitos, o ambiente é inóspito, e o ser que já alcançou certo desenvolvimento tende a sentir-se um estranho fora do ninho, ao perceber que aquilo que motiva o psiquismo coletivo vibra em uma frequência muito baixa, tão diferente daquela que ele guarda e aspira, inclinada ao bem e à harmonia.
Essa dicotomia, que divide o bem e o mal e se expressa em níveis de entendimento tão diversos, causando os mais variados conflitos, não é fácil de estabilizar no íntimo.
É fácil entrar em desespero, acreditando que essa sociedade não tem mais salvação, pois, apesar das tentativas de milênios, as trevas continuam a dominar os ambientes da Terra, e os homens, asselvajados, dão exemplos de bestialidade ainda agora, nos auspícios de uma nova era. O que pensar, então?
Bem, devemos entender que o amor do Criador por suas criaturas, mesmo aquelas mais rebeldes e revoltadas, confere a todos inumeráveis chances de redenção, utilizando as mais variadas ferramentas para a transformação do homem.
E há quem olhe a flor e só veja os seus espinhos, nada mais.
A ignorância é um grande entrave na jornada evolutiva do Espírito, e mesmo aqueles calcetas, irredutíveis e aferrados ao erro, um dia despertam cansados de sofrer. A incoerência um dia atinge seu ápice e o estado hipnótico um dia cessa, e o Espírito fatalmente acorda e se percebe prisioneiro de emoções e sentimentos escravizadores, e quer deles se libertar.
A malta desses espíritos desajustados e enganados é grande, é verdade, mas, convenhamos, esse é um circuito próprio das atmosferas ligadas a este planeta ainda atrasado. As legiões da luz são muito mais numerosas e respeitam a escolha e o livre-arbítrio dessas entidades que elegeram o caos e as concepções enganosas.
As deturpações, porém, são também lições insubstituíveis para que a luz, mais tarde, se instale sem arrependimentos, já que esses espíritos provaram do mal, por ele foram alimentados e compreenderam que isso não passa de uma ilusão desfavorável, elegendo, enfim, o bem, com consciência e sem o perigo de voltarem atrás.
A microvisão do encarnado é muito restrita e diferente da macrovisão da Providência Divina, que utiliza até mesmo o erro e o engano como instrumentos evolutivos, lecionando ao espírito preciosas lições que ficam registradas na alma.
É no refrigério do tempo, na escola das vidas, que entendemos que o anjo de hoje, outrora, foi o criminoso que um dia se arrependeu e iniciou o processo da própria transformação.
Assim, não julguemos o presente da pequena semente. Aguardemos que o caule cresça, transformando-se em um frondoso tronco, repleto de frutos.
Confiemos nos planos divinos para a regeneração da raça humana, sem alimentar qualquer dúvida afligente.
Simão
Mensagem psicografada em reunião mediúnica do dia 09 de julho de 2026, na cidade do Salvador, Bahia, pelo médium Jorge Antônio
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